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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

ÚLTIMAS DO CASO ELKA

A vereadora Ismaelka Queiroz, a Elka (PTB), investigada em processo disciplinar que apura denúncias contra ela de quebra de decoro parlamentar, tem novo prazo para apresentar defesa à Comissão Especial de Inquérito (CEI) que está apurando o caso. Na última sexta-feira (7/01), expirou o prazo de 10 dias dado inicialmente a ela para se manifestar. Na ocasião, a vereadora apresentou pedido para que fosse ouvida primeiro pela Justiça, na Ação Civil Pública por Ato de Improbidade, movida pelo Ministério Público Estadual (MPE) contra ela, mas o pedido foi indeferido pela CEI, que lhe concedeu mais cinco dias para apresentar a defesa.
Se Elka não apresentar defesa, a Comissão Especial de Inquérito irá concluir as apurações e produzir o relatório, indicando se ela incorreu ou não em quebra de decoro.
Na avaliação da vereadora Antônia Carvalho de Araújo Albuquerque, a Toinha (PT), presidente da Comissão, sem a manifestação de Elka o tempo previsto para a conclusão dos trabalhos será reduzido e, com isso, há a possibilidade de o relatório sair ainda este mês.
A vereadora Ismaelka participou normalmente da sessão desta segunda-feira (10/01), quando foi votado o orçamento do município. Apesar de estar no plenário, ela não se manifestou em nenhum momento. Aliás, este tem sido o seu comportamento nas últimas sessões, sempre evitando falar ao microfone ou tomar parte das discussões em plenário.
Notificação – Até o momento ninguém sabe esclarecer o que houve com a notificação da Justiça, determinando o afastamento de Ismaelka Queiroz da função, por recomendação do Ministério Público Estadual (MPE). Consta que a Justiça acatou o pedido do MPE, mas a vereadora nunca foi notificada.
Na inicial, assinada pelos promotores Mayanna Silva de Sousa Queiroz e Luiz Gustavo da Luz Quadros, protocolada na 3ª Vara Cível em 13 de dezembro do ano passado, o Ministério Público propõe tanto o afastamento cautelar quanto a indisponibilidade e bloqueio dos bens de Ismaelka Queiroz. “A liminar é urgente, visto que, a partir do ajuizamento da presente demanda a requerida poderá ocultar bens, a fim de imiscuir o pagamento dos valores, quando condenada”, reza trecho da petição inicial na Ação Civil Pública por Ato de Improbidade.
A reportagem não ouviu a vereadora, uma vez que, sempre que tem sido procurada pela Imprensa, ela tem se recusado a falar.

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