O Jornal Opinião nasceu, 15 anos atrás, do sonho de dois jovens visionários - o jornalista João Salame Neto e o publicitário, Cláudio Feitosa Felipeto. A primeira redação funcionava numa sala apertada da Rua 5 de Abril, na Marabá Pioneira. O prédio ainda continua lá. A equipe que tocava o então semanário era composta pelos sócios, Salame e Felipeto, e outras oito pessoas, entre elas o repórter Célio Sabino, que continua na empresa até hoje. Em 1995, a internet apenas engatinhava no Brasil e, em Marabá, o primeiro provedor só chegaria dois anos mais tarde.
O Opinião foi o primeiro jornal de Marabá a circular duas vezes por semana e, depois, o primeiro a veicular como trissemanário. Também foi o primeiro a ter uma impressão em policromia (colorido), já que 15 anos atrás o seu principal concorrente, o CORREIO DO TOCANTINS, era impresso em preto e branco.
Para chegar onde chegou o jornal enfrentou muitos desafios, inclusive o preconceito, segundo o jornalista João Salame. Apesar das adversidades, a empresa seguiu crescendo e conseguiu alcançar a marca de quase duas mil edições. Considerando que são 15 anos de impressão, este número dá uma média de mais de 130 edições anuais, a maior já alcançada por um jornal em toda a região do sul e sudeste paraense.
Nessa década e meia muita coisa aconteceu com o Opinião. A redação mudou-se da Marabá Pioneira para o núcleo Cidade Nova, Cláudio Feitosa deixou a sociedade e, desde o final do ano passado, a jornalista Bia Cardoso, esposa de Salame, vem assumindo a direção do jornal.
Além de Felipeto e João Salame, editaram o Opinião os jornalistas Ademir Braz, Waldir Silva, este post (Laércio Ribeiro), Nilson Santos, Eleutério Gomes e, atualmente, Chagas Filho.
Hoje o jornal funciona com sua própria rotativa, mas nem sempre foi assim. Hoje ele conta com sucursais e correspondentes em outros municípios e as matérias (textos e fotos) são transmitidas via internet. Mas nem sempre foi assim. Hoje as fotografias são tiradas com máquinas digitais de alta resolução e as imagens saem da câmera direto para o computador. Mas nem sempre foi assim.
Foram episódios de um tempo em que tudo era mais difícil que inspirou o poeta Ademir Braz a escrever o texto que publicamos abaixo: História de potó, peixe frito e ypioca - uma crônica formidável, carregada de bom humor com pitadas de traquinices, bem ao estilo de nosso poeta maior.
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