Foto: Tuerê



NOTAS SOBRE:


"A maior necessidade do mundo é a de homens; homens que não se comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao polo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus" - Ellen G. White.



segunda-feira, 12 de outubro de 2009

GELOU

A decisão do MPE gelou a Progem e o procurador geral do Estado, Ibraim José das Mercês Rocha, lançou mão do argumento de que a "Procuradoria Geral não está obrigada a fornecer cópia dos documentos internos do processo". Ele bateu o pé na decisão de que não entrega os documentos requeridos pelo MPE, firmando-se na premissa de que a Progem é um escritório de advocacia e, por esta razão, goza do preceito de inviolabilidade.

BRIGA DE GALOS

Os promotores de Marabá, por sua vez, saíram em rebate e chamaram a imprensa na última sexta-feira (09/10) para anunciar que vão até a última instância para colocar esta situação a limpo. Do lado de fora desse embate, cativos observadores aguardam o desfecho dessa briga de galos.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

NERVO À FLOR DA PELE

Numa entrevista esta semana, Maurino ficou irritado com a pergunta do jornalista sobre se era verdade que a prefeitura está com dívidas de R$ 10 milhões na praça, junto a fornecedores. O prefeito desafiou alguém a provar que isto seja verdade.

PROCRASTINAÇÃO

Fazendo uma análise sobre a Ação de Investigação Judicial Eleitoral que Maurino está respondendo na justiça, sob a acusação de prática de caixa dois, experiente jurista acredita que ele irá utilizar o expediente da protelação para conseguir adiar ao máximo o curso do rito processual. O jurista lembra que existem inúmeras manobras possíveis para conseguir isso e o prefeito e seu vice, Nagilson, certamente lançarão mão do que estiver ao seu alcance para procrastinar.

CPI DA PEDOFILIA

Depois de seguidos e inexplicáveis adiamentos, a propalada audiência com integrantes da CPI da Pedofilia em Marabá parece que, finalmente, vai acontecer. A reunião está prevista para acontecer nesta sexta-feira (09/10), no plenário da Câmara Municipal.

PREFEITO REBERA PROMOTOR

A ida súbita do prefeito Maurino Magalhães ao prédio do Ministério Público Estadual, em Marabá, na manhã desta terça-feira (6), deixou muita gente com a pulga atrás da orelha. Por cerca de uma hora, ele esteve reunido a portas fechadas com o promotor José Luís Brito Furtado e foi bombardeado, à saída, por jornalistas que queriam saber quais os verdadeiros motivos da inopinada visita.
O prefeito, obviamente, negou que a presença dele no Ministério Público tivesse alguma coisa que ver com a Ação de Investigação Judicial Eleitoral que ele e o seu vice, Nagilson Amoury, vão ter que responder, pela acusação de “caixa dois” nas eleições do ano passado.
A indagação dos jornalistas se deu em razão de que o processo passará nos próximos dias pelas mãos do promotor José Luís Furtado, que responde pela Promotoria de Justiça Eleitoral. Furtado analisará as provas e emitirá parecer, antes da sentença do juiz eleitoral Cristiano Magalhães.
Quem fez as vezes de porta voz de Maurino em face das investidas da Imprensa foi o deputado federal Wandenkolk Pasteur Gonçalves (PSDB-PA), de passagem por Marabá desde o último final de semana. Foi o parlamentar quem levou Maurino à sala da 1ª Promotoria de Justiça Cível. Segundo Wandenkolk, o prefeito foi ao MPE a seu convite. Sobre o que teria motivado a visita, o deputado se explicou dizendo que foram “conversar sobre Marabá”.
Instado a confirmar se a visita não tinha caráter lisonjeiro por conta do processo de cassação contra Maurino, Wandenkolk rebateu afirmando que “em nenhum momento” foi tocado nesse assunto na reunião. “O que viemos fazer aqui foi pedir ao Ministério Público que nos ajude na condução do processo administrativo”, asseverou.
Maurino, por sua vez, voltou a reafirmar que está tranquilo em relação ao processo e insistiu na tese de que tudo não passa de perseguição política. Indagado sobre por que demorou 10 dias para receber a notificação da Justiça Eleitoral ele desabafou: “Eu estava em Marabá. Pergunte ao oficial de justiça por que não me notificou”.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

VISITA CURIOSA

O prefeito de Marabá, Maurino Magalhães de Lima, ficou durante mais ou menos uma hora, na manhã de hoje (06/09), trancafiado em uma sala do Ministério Público Estadual com o promotor José Luís de Brito Furtado.

MUITA COINCIDÊNCIA

Curiosamente, a visita ocorre às vésperas do MPE ter que emitir parecer na Ação de Investigação Eleitoral em que o prefeito é acusado de "caixa dois" nas eleições do ano passado.

ESTRANHO

Mais estranho ainda é o fato de que Maurino e Furtado andam se estranhando desde o início do ano, porque o promotor não tem refrescado com a administração municipal e Magalhães já chegou a acusá-lo de estar fazendo perseguição.

CUPIDO

O encontro entre prefeito e promotor foi engendrado pelo deputado federal Wandenkolk Gonçalves (PSDB-PA), que jura de pés juntos que a reunião não teve nada que ver com assédio a Furtado por conta do processo de cassação.

DEFESA

Maurino tem até dia 14 de outubro, portanto, até quarta-feira da semana que vem para apresentar sua defesa à ação em que está sendo acusado de crime eleitoral nas eleições do ano passado.

JUIZ MAGALHÃES

A defesa será apresentada ao juiz eleitoral Cristiano Magalhães que, apesar do sobrenome igual, não tem, até onde se sabe, parentesco com Maurino.

PARECER DO MPE

De posse do material, o juiz determinará inclusão da peça nos autos e remeterá o processo à Promotoria de Justiça Eleitoral, que tem como representante o promotor José Luís Brito Furtado. Este terá um prazo para analisar o processo e emitir parecer, ocasião em que poderá requerer a oitiva dos envolvidos no caso.

OITIVAS

De posse do parecer do Ministério Público o juiz deverá intimar os envolvidos e ouvi-los antes de exarar a sentença desfavorável ou não aos acusados – no caso, Maurino e seu vice, Nagilson Amoury.

POSSE

Se a sentença for desfavorável, o juiz deverá incluir no mesmo despacho a determinação para que a Câmara de Vereadores dê posse ao segundo colocado nas eleições, no caso, o deputado estadual João Salame (PPS).

TRÂMITE

Dependendo do andar da carruagem, entre a apresentação da defesa e a sentença do juiz Cristiano Magalhães não transcorrerá mais que 30 dias, podendo o caso ter um desfecho ainda no mês de novembro. É possível, porém, que, por conta das oitivas o processo se arraste por um tempo bem maior.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

CAIXA 2

Nos bastidores da política, em Marabá, não se fala em outra coisa. Todos querem saber qual realmente será o desfecho do processo em que o prefeito Maurino e seu vice, Nagilson, estão com a cabeça a prêmio, por conta da utilização de caixa dois nas eleições passadas.

NOTIFICAÇÃO

O oficial de justiça quase seca as canelas na tentativa de notificar os acusados. Maurino tratou de viajar e Nagilson virou sombra de alma. Como a presidente da Câmara, Júlia Rosa, também viajara, o vereador Antônio da Ótica, à frente do Legislativo, tratou de dar um jeito na situação. À sua maneira. Ora, se Maurino não está na cidade e seu vice é pessoa de paradeiro incerto e não sabido, alguém tem que tomar conta desta joça.

DESACOROÇOADO

Foi o que ele fez, ou melhor, tentou fazer na tarde desta quarta-feira (30/09). Foi ao gabinete disposto a assumir o comando do município. Não lhe deram trela e voltou desacoroçoado para o lugar de onde nunca deveria ter saído.

QUEM NÃO DEVE, NÃO TEME

Sobre a denúncia de caixa dois, a postura de Maurino e Nagilson, de fugir do oficial de justiça como o diabo foge da cruz, denuncia contra eles. Afinal, reza o ditado que quem não deve não teme.